1. Sol, Lua e Ascendente
É o melhor ponto de partida: vontade, necessidade emocional e forma de se apresentar. Se não conhece a hora, comece pelo Sol e pela Lua.
O mapa astral é a fotografia do céu no instante exato em que chegou: onde estava cada planeta, o que assomava no horizonte e como falavam entre si. Põe a sua data, a sua hora e a sua cidade e sai inteiro, com a sua roda.
Comece pelas peças maiores e desça depois ao pormenor. Um mapa interpreta-se por camadas, não como uma lista de etiquetas isoladas.
É o melhor ponto de partida: vontade, necessidade emocional e forma de se apresentar. Se não conhece a hora, comece pelo Sol e pela Lua.
O planeta diz que função se ativa e a casa onde acontece. Vénus na casa 10 não se lê da mesma forma que Vénus na casa 4.
Comece pelos primeiros da lista: estão ordenados pela proximidade ao ângulo exato e os mais fechados costumam sentir-se com maior clareza.
Pode calcular os planetas por signo, mas não o ascendente, o Meio do Céu nem as casas. Se a Lua mudou de signo nesse dia, a sua posição também pode variar.
Este mapa usa o zodíaco tropical e casas iguais. Um site que use Placidus distribuirá as casas de outra forma, mesmo que os planetas por signo coincidam.
Não. É uma leitura simbólica de tendências e tensões, útil para levantar perguntas, não para substituir decisões, diagnósticos ou aconselhamento profissional.
O mapa é calculado com as mesmas fórmulas astronómicas que usam as efemérides (posições confirmadas com as mudanças de signo reais entre 1998 e 2025). A leitura, essa, é simbólica: um retrato para te reconhecer, não um diagnóstico nem uma previsão.
O seu signo é o lugar onde estava o Sol no dia em que você nasceu, e é apenas um décimo da história. Naquela manhã ou naquela madrugada havia também uma Lua em algum signo, um horizonte por onde assomava um grau exato do zodíaco e mais oito corpos espalhados pelo céu, alguns deles andando para trás. O mapa astral é essa fotografia completa: o céu inteiro, no seu minuto e visto da sua cidade.
Aqui as contas são a sério. As posições saem das mesmas fórmulas astronômicas que servem as efemérides e foram confrontadas com doze mudanças de signo reais espalhadas entre 1998 e 2025 — Saturno entrando em Peixes, Plutão em Aquário, Urano em Gêmeos —, com um ou dois dias de margem. A hora é convertida em hora de Greenwich com as regras horárias históricas de cada lugar, que é onde meia internet se engana: em julho de 1977 havia relógios adiantados duas horas e não uma, e isso chega para mexer o ascendente quase um signo inteiro.
Sai a roda desenhada, a tabela com os dez corpos por signo, grau e casa, os aspectos que formam entre si e uma leitura de cada peça. Se não souber a sua hora de nascimento, pode calcular do mesmo jeito: não haverá ascendente nem casas — dependem do relógio —, mas os planetas por signo continuam a ser os seus. E se quiser só o essencial, tem ao lado o seu Sol, a sua Lua e o seu Ascendente.